Como prevenir e tratar a pressão alta (parte 2)”

No desafio de escrever textos a respeito de hipertensão e como tratá-la, sigo escrevendo a segunda parte, hoje falando em como detectar que a pressão está aumentando, bem como os principais escapes que encontramos na hora de resistir ao tratamento.

O coração bombeia, a cada minuto, 5 ou 6 litros de sangue, que são irrigados para todo o corpo por meio de 60 a 100 batidas. É pelas artérias que o sangue é transportado. A relação entre o volume de sangue e a resistência apresentada por elas é chamada de pressão arterial. Se essa resistência estiver muito alta (hipertensão), o coração precisará fazer mais força para manter o sangue circulando, portanto, trabalhará sobrecarregado.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pressão considerada ideal é a igual ou menos que 120 por 80mmHg (milímetros de mercúrio), a chamada “12 por 8”. Porém, pode-se tolerar uma pressão de até 140 por 90mmHg. Para isso, cada caso precisa ser avaliado individualmente de modo completo.

Se por três vezes consecutivas, após repousos de 15 minutos, um adulto apresentar nível igual ou superior a 140 por 90mmHg, então, a hipertensão está diagnosticada. Vale lembrar que exercícios físicos, nervosismo, estresse, consumo de drogas, fumar e ingerir bebida alcoólica próximos do momento de aferição podem elevar a pressão (lembrando que o exercício físico aumenta a pressão arterial durante sua realização, mas que ao término, tem um efeito hipotensor, diminuindo consideravelmente seus níveis).

O que significa “12 por 8”?

A unidade de medida da pressão arterial é em milímetros de mercúrio (mmHg) e é representada por dois números: 120 x 80mmHg, podendo ser lida como 12 por 8. O primeiro número é sempre maior e corresponde a pressão sistólica, que ocorre quando o coração se contrai. Já o menor número se refere pressão diastólica, quando o músculo cardíaco relaxa.

Considera-se hipertensão quando, na maior parte do tempo, a pressão sistólica está igual ou acima de 140mmHg e/ou quando a diastólica está igual ou maior que 90mmHg. A pressão alta acontece quando um desses números (ou ambos) está muito elevado.

As 4 justificativas mais comuns para abandonar o tratamento:

1 ” A pressão normalizou”:

A hipertensão não tem cura e só fica controlada com hábitos saudáveis como a prática de exercícios e boa alimentação e o uso correto de medicamentos.

2 “O remédio está provocando reações”: 

Com uma variedade imensa disponível no mercado, o médico saberá chegar ao medicamento ideal para suas necessidades.

3 “Mas em que a pressão alta pode afetar?”:

Em praticamente tudo! Lembrando que o sangue obrigatoriamente deve circular por todo o organismo para levar oxigênio e nutrientes aos tecidos, uma vez que a pressão de jato desse líquido dentro das artérias está aumentada, o coração precisará trabalhar em sobrecarga, gerando consequências desagradáveis ao funcionamento do coração, além de problemas renais e hormonais.

4 “O remédio é caro”:

Existem medicamentos de valores variados e, provavelmente, adequados a cada realidade. Contudo, a rede pública fornece vários anti-hipertensivos gratuitamente.

 

 

 

 

Veja também:
Como prevenir e tratar a pressão alta (parte 1)
Como prevenir e tratar a pressão alta (parte 3)
Como prevenir e tratar a pressão alta (parte 4)

 

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3 respostas para Como prevenir e tratar a pressão alta (parte 2)”

  1. deine disse:

    deine eu sou 14 por9 desdos 15 anos agora tenho 35 anos so agora o medico me recomendou o remedio pro resto davida remedio mouderatic ja tomo ele a um ano e não sinto efeito colateral tenho um metro e setenta e cinco de altura e peso 79 kilos devo continuar com o tratamento alguem por favo me responda desdeja a gradesso bastante moro em campina grande-pb email deinepaulino@hotmail.com. aminha resposta virou uma pergunta respondame!!!!!!

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